GAP Assessment · ferramenta de diagnóstico
Você não melhora o que não mede.
O GAP Assessment identifica lacunas e pontos fortes em 10 pilares fundamentais, vertical por vertical, e devolve um caminho claro de evolução. É a ferramenta de acompanhamento do método FTR.

Saúde baseada em valor
Melhores resultados para pacientes. Negócios mais saudáveis.Em 30 segundos
Um diagnóstico por vertical, repetido no tempo.
Você responde às perguntas de cada um dos 10 pilares, atribui notas de 1 a 5, calcula a pontuação de cada pilar e identifica o nível G provável daquela vertical. Do resultado sai um plano de ação com prioridades — e a mesma ferramenta é reaplicada a cada 90 dias para medir a evolução.
Antes de aplicar
Diagnóstico e decisão não são a mesma coisa.
O GAP Assessment diagnostica verticais que já existem. Numa vertical que ainda é ideia não há o que diagnosticar — ela precisa de uma decisão. São perguntas diferentes, em momentos diferentes.
Vertical em G1 ou acima
Pergunta Como está esta vertical que já existe?
Momento A vertical está em G1 ou acima — já opera.
Instrumento GAP Assessment, nos 10 pilares.
Saída Pontuação por pilar, nível G provável e plano de ação.
Vertical em G0
Pergunta Devo criar esta vertical?
Momento A vertical ainda é ideia — não há operação para medir.
Instrumento O percurso do G0, até a decisão GO ou NO GO.
Saída Uma decisão, não um diagnóstico.
O que é medido
Dez pilares, uma nota para cada.
São os mesmos pilares que o método FTR desenvolve. O GAP mede onde cada um está hoje, naquela vertical.
P1
Valor em Saúde
Capacidade clínica e resultados
P2
Modelo de Negócio
Estrutura de produtos e finanças
P3
Marketing
Visibilidade e autoridade
P4
Vendas
Conversão e processos comerciais
P5
CS / CX
Experiência e fidelização
P6
Qualidade
Processos e melhoria contínua
P7
Tecnologia
Digitalização e ferramentas
P8
Inteligência Artificial
IA como sócia
P9
Mindset e Cultura
Mentalidade e equilíbrio
P10
Execução e OKRs
Disciplina e metas
Como se pontua
A mesma régua em todas as perguntas.
Inexistente
Não existe, nunca foi feito.
Inicial
Existe de forma embrionária, informal, inconsistente.
Moderado
Parcialmente implementado, em desenvolvimento.
Bom
Implementado na maioria dos casos, funcionando.
Excelente
Totalmente estruturado, consistente, revisado.
A média geral da vertical indica o nível provável: 1,0 a 2,5 → G1 (estruturação), 2,6 a 3,8 → G2 (consolidação) e 3,9 a 5,0 → G3 (crescimento).
Como se lê o resultado
O diagnóstico está no cruzamento, não na nota.
Notas isoladas contam só parte da história. São as combinações entre pilares que revelam o padrão — e o padrão é o que define por onde começar.
Ouro escondido
Entrega excelente, mas invisível.
Priorizar marketing e posicionamento.
Fachada sem fundamento
Muito marketing, pouca entrega.
Voltar ao básico clínico, estruturar a linha de cuidado.
Produto sem venda
Modelo estruturado, mas não converte.
Desenvolver processo comercial.
Vende e abandona
Converte, mas não fideliza.
Implementar CS/CX e jornada pós-alta.
Entusiasmado, inconsistente
Mindset bom, execução fraca.
Implementar rituais, OKRs, accountability.
Executa sem direção
Disciplinado, sem estratégia.
Parar e estruturar o modelo de negócio.
O ciclo
A cada 90 dias, a mesma pergunta.
O valor do GAP não está na primeira aplicação — está na segunda. É a repetição que transforma uma foto em trajetória.
Diagnóstico
Pontuação dos 10 pilares na vertical escolhida.
1ª reavaliação
Mesma ferramenta, mesma vertical. A comparação é com ela mesma.
2ª reavaliação
O padrão de evolução começa a aparecer.
3ª reavaliação
Ajuste de rota antes de fechar o ciclo.
Fechamento
Balanço do ano e definição do ciclo seguinte.
Dúvidas frequentes
O que perguntam antes de fazer o diagnóstico.
O que o GAP Assessment mede?
A maturidade de uma vertical em dez pilares: valor em saúde, modelo de negócio, marketing, vendas, CS/CX, qualidade, tecnologia, inteligência artificial, mindset e cultura, execução e OKRs. Cada pergunta recebe nota de 1 a 5, e a média indica o nível G provável daquela linha de cuidado.
O diagnóstico rápido é o mesmo da aplicação completa?
Não. O rápido usa uma pergunta por pilar — dez ao todo — e devolve o nível G provável em cerca de três minutos. A aplicação completa tem cerca de setenta perguntas e é material do programa. O resultado curto é indicativo: mostra por onde começar, não substitui o diagnóstico inteiro.
Preciso ser cliente para fazer?
Não. A versão curta é pública. Você informa nome, e-mail e telefone, responde as dez perguntas e recebe o resultado na hora.
Aplico à clínica inteira ou a uma vertical?
A uma vertical de cada vez, sempre. Uma clínica com dor lombar madura e saúde pélvica recém-aberta tem duas realidades distintas, e a média entre elas não descreve nenhuma das duas.
Serve para uma vertical que ainda é ideia?
Não, e é uma distinção importante. O GAP diagnostica o que já existe; numa vertical que ainda é ideia não há operação para medir — ela precisa de uma decisão, que é o que o percurso do G0 resolve. São perguntas diferentes, em momentos diferentes.
O que faço com o resultado?
O resultado aponta os pilares mais fracos, que viram as prioridades do próximo ciclo, e revela padrões de cruzamento — entrega excelente com marketing fraco, muito marketing com pouca entrega, converte mas não fideliza. O padrão é o que define por onde começar, mais do que a nota isolada.
Por que reaplicar a cada 90 dias?
Porque o valor do diagnóstico não está na primeira aplicação e sim na segunda. Mesma ferramenta, mesma vertical, comparada com ela mesma: é a repetição que transforma uma foto em trajetória e mostra se o que você mudou funcionou.
Medir é o começo de crescer com direção.
Dez perguntas, uma por pilar, e o nível G provável da sua vertical na hora. A versão curta não substitui a aplicação completa — mas mostra por onde começar.
Dados protegidose em conformidade
Suporte humanizadoe especializado
Implantação guiadapela NIA ou com o time
Atualizações constantese automáticas
Feito para clínicasque querem evoluir